Sacanear a Microsoft é meio chutar cachorro morto, mas com vídeos como esses, feitos para uso interno da empresa e “vazados” no YouTube fica difícil não sacanear. Trabalhar lá não deve ser moleza.
O primeiro vídeo, liberado em abril e com mais de um milhão de exibições no YouTube, traz um clone do Bruce Springsteen enaltecendo o ecossistema do Windows Vista. Seja lá o que isso for.
Essa semana saiu mais um, com uma boy band altamente tosca convocando geral para o Professional Developers Conference, supostamente também feito por funcionários da empresa, com direito a página no MySpace e tudo.
Com iniciativas como essas quem precisa gastar US$ 300 milhões com a CP+B, Seinfeld e uiscambau?
Chega de enrolar! Hora de dar uma satisfação aos milhaaaaaares de leitores deste blog que não estão nem aí com minha vida pessoal e profissional e só querem saber de baixar jogos grátis, ligar para os parentes sem pagar ou saber seu signo. Afinal de contas, por que eu quase não blogo mais? Por que estou em São Paulo toda semana? No que estou trabalhando? O que é a estátua de quatro dedos e, claro, por que diabos os irmãos Petrelli são uns imbecis completos? Estas e outras respostas, exceto para as duas últimas perguntas, a seguir. (Continua…)
Recebi hoje um e-mail da lista do cineasta Maicow Moore anunciando que seu novo filme Slacker Uprising estará disponível para download gratuito a partir da meia-noite de hoje.
That’s why I’m giving you my blanket permission to not only download it, but also to email it, burn it, and share it with anyone and everyone (in the U.S. and Canada only).
Ou seja, se você não mora nas “terras da liberdade” da América do Norte se biiiiiiip aí. Eu sei… eu sei… Vai dar para conseguir o filme sem grandes dores de cabeça, principalmente quem tem uma conta “americana” da iTunes Store, mas ainda sim esta cópia é para todos os fins, ilegal. E eu sei que o motivo dessa burrocracia deve ter ligação direta com contratos de distribuição, mas eu tenho que dar minha reclamada. Qual é, Maicon?
Não foi dessa vez. Quando líderes religiosos dizem que o mundo vai acabar ele não acaba. Quando cientistas dizem que vai acabar ele não acaba. Em quem podemos confiar?
Parece alguém se esforçando muito para virar o Oswaldo Montenegro, certo? Capa de disco CONCRETISTA e o estilo SOU MINDINGO MAS AS MOÇA ME ADORA é perder a mão em um grau bem acima do aceitável. (...) Mallu Magalhães é a nova Luciana Gimenez. Ela sente em português, mas se expressa em inglês. Ou vice-versa?
Acabei de voltar da sede paulistana do Google onde não foi anunciada a compra do Vilago, mas sim algo quase tão legal: o novo navegador web Chrome. Eu transmiti quase toda a palestra via Qik na hora, abaixo você confere os vídeos.
(antes de reclamar da câmera tremida tente segurar seu celular apontando para frente, de maneira firme por mais de 30 segundos, OK?)
O objetivo claro do Google, na minha pobrinha opinião, é conseguir rodar seus webapps baseados em Javascript mais rápido. Quem já tentou usar a planilha do Google Docs sabe bem do que eu estou falando. Daí para passar para o tão esperado “web os” ou GoogleOS é um pulo.
O Chrome já pode ser baixado, mas por enquanto só para Windows. Como o código é 100% aberto e o navegador é baseado no Webkit do Safari é uma questão de tempo saírem versões para outras plataformas, nem que seja na marra, com a comunidade portando o código. (prática incentivada pelo Google)
Atualização: uma pergunta que fiz foi sobre o eventual envio de informações sobre a navegação para o usuário de volta para o Google, mesmo que de forma anônima, para monitorar 100% dos hábitos de navegação de cada um. A resposta foi um assustado não. Mas como o código é aberto vai ser fácil descobrir se o Google vai nos espiar ou não.
Ando comentando com os amigos que preciso ensaiar minha resposta para quando alguém me pergunta “Você trabalha com o quê?” Sempre fico na base “Bom… assim… veja bem…” porque como bom profissional do mundo digital eu faço um monte de coisas. E como já bem dizia Domenico De Masi hoje em dia a gente não é mais definido pelo que somos (sou engenheiro, sou adevogado, sou músico…) mas pelo que sabemos.
Daí que esse texto do Webinsider me deixa aliviado ao mostrar que eu não sou o único que se enbanana nessa resposta.
Eu sou um dos que defendo que “freelancer” é a maneira de trabalhar do futuro (nas profissões que usam a cuca, é claro). Entre aspas porque a coisa pode ter nomes e formas ligeiramente diferentes mas que no fim das contas significa a mesma idéia de se libertar do relacionamento CLT. O emprego morreu, longa vida ao trabalho. Os profissionais vão se ajuntar em grupos mais ou menos coesos para executar projetos num modelo celular (e muitas vezes unicelular, claro).
E quando o assunto é freelanceiros, O Cara para falar do assunto é o Mauro Amaral, que agora resolveu entrar para o maravilhoso mundo dos podcasts com o Fala Freela. O número zero já começa definindo o que é um frila, que tipo de trabalho ou pessoa deve ou não deve ser executado desta forma e outras milongas mais. Eu recomêindo.